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Tem dias que paramos para refletir sobre tudo o que ocorreu em nossa vida, ou o que pode vir a ser. Obstáculos, desafios e glórias. Três palavras que definem minha trajetória. Mas ao mesmo tempo é contraditório pelas coisas que senti ao passar por cada uma delas. Tentarei ao máximo defini-las em etapas. Começo citando alguns pontos.. Todo ciclo de felicidade que passei na temporada de jardim de infância até o ensino médio [área a que pertenço, por enquanto], eu nunca parei para pensar e refletir tudo sobre o que foram bons, os pontos negativos e como, por que, onde, para quê, tudo ocorreu, cada glória, cada satisfação positiva na escola. Às vezes penso, será que sou grata por tais coisas? Será que fui merecedora pelo meu histórico que é, assim por dizer, bom, pelo meu ponto de vista. São perguntas incansáveis e difíceis de responder. Creio que a resposta virá com o tempo, a cada aperfeiçoamento, a cada experiência nova adquirida, a cada mundo novo que mergulhamos, seja ele de sonhos ou realidade. Mas afinal, para pisar-nos com mente sã na realidade, necessitamos afundar-nos ao mundo do sonhar. Lá onde tudo se inicia.. Desde a simples e tão popular pergunta "O que você quer ser quando crescer?". Uns dizem, quero ser astronauta, outros.. Quero ser médico, entre outros. Uns até dispõe-se á ousadia de garantir que quer ser o dono do mundo. Mas seria esse mundo o de todos, ou o do próprio? Que habita em seu interior, onde estão escondidos todos os seus sonhos, todas suas vontades, desejos, desesperos, medos, e principalmente, a felicidade. Parei para pensar e cheguei a uma tese, de que, todos nós podemos ser o dono do mundo. Do nosso próprio mundo. Aquele mundo que criamos desde os primeiros segundos de vida. E de certo modo, nos perguntamos em meio de choro " Caramba, que mundo é esse que fui parar?". Ahn..

São essas e tantas outras coisas. E sou suspeita a dizer que minha primeira etapa para conseguir desvendar as glórias em minha vida, é nada menos que, Deus. E aí vem a pergunta, o que isso tem a ver com o quê iniciei nessa curta prosa?! Honestamente, não sei.. Devo confessar que viver é não saber. Não sabemos de nada, até que ocorra algo conosco, mas mesmo assim, não saberemos o que irá ocorrer e o porquê ocorreu. Assim, a fundo mesmo! Por que não fui um bom ser humano? Ou fui?  Ou.. Tenho diversas dúvidas e sou perdida nestes curtos espaços do tempo. Creio que essa fase da adolescência seja comum. Mas quero ir a busca das respostas, quero ir em busca do porquê, quero viver e não saber, saber, não saber de novo.

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